domingo, 1 de fevereiro de 2009

DIAS DE JANEIRO

Cícero Magerlânio - O Preferido de Apolo – bem que poderia ter sido um dos convidados para o Amores Expressos. Com esses textos aí em cima, e muitos outros que já li (e ouvi), não ficaria devendo a ninguém. Mesmo assim, ao seu modo vai tecendo particularmente seu romance de amor.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

PARABÉNS PARA O FRANK.

Hoje 27 de Janeiro é aniversário de Frank Miller, que nasceu em 1957 em Olmie, Maryland nos Estados Unidos. Não preciso gastar muitas palavras tentando escrever que o cara com o tempo se tornou um dos grandes nomes dos quadrinhos no mundo, ele mesmo se descreve nas obras que já realizou. Vale só lembrar que Peter Parker, Demolidor, Elektra e Batman já passaram pelas mãos do cara. É dele a saga Batman – O Cavaleiro das Trevas, uma saga de um homem morcego quarentão que volta a ativa em uma Gothan mais que governada pelo crime, mas até aí todo mundo já sabe disso. Todo mundo também já sabe que é dele a saga de estórias da cidade do pecado. Não adianta nem tentar escrever palavras (que cada vez tem saído menos de meus dedos) tentando descrever as obras de Miller. Em um dia assim, o melhor mesmo é sentar e ler o que o cara escreveu. Como A Noite da Vingança onde Miller manda em um velho “para toda ação existe uma reação” uma das histórias de Sin City, a cidade obscura dominada pela violência, corrupção e vingança. Ou sair e procurar Balas garotas e Bebidas onde manda onze contos escritos e desenhados por ele mesmo.

Quem ainda não conhece a obra de Frank Miller pode vir aqui e baixar A Noite da Vingança, Balas Garotas e Bebidas e outros títulos de Sin City, vale a pena.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

UM POUCO DE ROCK PARA LEMBRAR DE QUE SE ESTÁ VIVO

Começou ontem dia 14 a terceira edição do festival de música Rock Cordel, realizado pelo Banco do Nordeste que irá até dia 31 deste mês, com várias bandas tocando de graça para a platéia. Festival de música feito por quem tem grana, para quem não tem tanto assim. Hoje resolvi dar uma passada por lá para conferir a apresentação da banda Dago Red, uma de minhas bandas prediletas da cidade.

Dago Red foi fundada no começo dos anos 90 acho, e depois de paradas e reformulações na banda continuam seguindo tocando um som influenciado pelo Rock de bandas como Buzzcocks, Ramones, Velvet Underground... Fazia mais de três anos que não via os caras em ação, bastante tempo passando sem ver algo tão bom. Com um disco independente na carreira intitulado “Spleen” a Dago Red se prepara para lançar um novo Cd em breve. Foi muito bom ver os caras tocando novas ótimas músicas entre outras tão perfeitas como as antigas “Say Hello!” “My Proper Place” “Tidal Wave”, “All Lovers Must Die”... Algo realmente inspirador, pulsante, em fim, um pouco de Rock and Roll para lembrar de que ainda estou vivo.

O festiva como já disse vai rolar até dia 31 com várias bandas tocando de quarta a sábado. Para ver a programação do que ainda vem por aí venha aqui.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

TATUAGEM DE VAGABUNDO

Odeio ficar longe de mim.
...
Não sou de seu mundo: morro nele.
...
Ó corrupção! Onde estás que não me procuras?
...
Por trás de todo moralista autoritário se oculta um canalha.
...
Às vezes me surpreendo me olhando com os olhos de minha mãe.
...
A educação é subversiva.
...
A liberdade não deveria ser definida por causas externas.
...
É proibido não saber.
...
Quando você acha de perdeu tudo não é verdade: sempre haverá mais a perder.
_______

Quantos residem dentro de você e ainda desconhece?

A artista Pinky Wainer nos mostra um pouco do que existe dentro dela com colagens, desenhos, frases curtas e certeiras e citações de textos de outros escritores em seu livro Vendo Alma Vagabunda Com Tatuagem Del Che, Editora do Bispo. Livro de 2006 que só vim ler agora. Livro de arte quando eu já não sabia mais o que era arte contemporânea. A Editora do Bispo disponibilizou o livro em pdf, e você pode baixar para ler/ver aqui. Vale a pena para quem gosta de arte, ou não.

domingo, 4 de janeiro de 2009

"...o caçador sorria de um modo amistoso..."


Como já dito de maneira delirante, é possível fazer com que as pessoas tomem gosto e se envolvam com a leitura.

Eu achei que não fosse pegar por aqui. Li uma matéria sobre a interessante história da dona de casa americana que fez fortuna com um livro de vampiros e pensei: " Eu sabia que seria possível...", mas quando dei por mim, a saga de Bella e Edward já tinha era virado febre.

O que é mais interessante e positivo em tudo isso é que tenho ouvido poucas críticas. Até onde eu saiba, ninguém ficou com o chatíssimo papel de analisar o conteúdo do livro. Deixaram passar numa boa, sem aquela de: "Isso não é literatura,é caça-níqueis!" Das duas, uma: ou pouca gente por aqui leu o livro (mais provável) ou é por que finalmente a galera está deixando de lado certos preconceitos bestas e começando a ver que a situação da leitura no país é crítica e qualquer esforço no sentido de fazer esse povo abrir um livro é bem vindo. Tomara que seja o segundo caso. Uma vez ouvi um menino conhecido meu falar:" Eu só assisto filmes dublados! Assistir filmes legendados é a mesma coisa que ler um livro...e eu odeio livros..."

Assim, estamos fazendo tudo direitinho. Do jeitinho que ELES querem.


De qualquer forma, a história do vampiro relutante e da menina que consegue ser mais estranha que os vampiros é muito legal! Além de ter um romantismo pueril e bem colocado como há muito não se vê, a autora Stephenie Meyer acrescenta detalhes curiosos na lenda como o artifício evolutivo que o vampiro supostamente adquiriu de tornar-se o mais atraente possível para ser o mais eficaz matador. Os desavisados como eu vão assistir o filme achando que Edward Cullen é bonitinho assim só pra caçar ingressos das menininhas.Hehehe, entendeu?! É...desculpe.


Bem, no mais, acho que Crepúsculo, assim como Harry Potter pescou muitos leitores em potencial. Confesso que ainda não tive tempo de ler os dois livros já lançados aqui, mas estou muito curioso, pois o livro é (quase)sempre melhor do que o filme. Quanto ao filme, é muito bem dirigido e tem trechos muito emocionantes como a cena do incrível jogo de baseball dos Cullen. Já que Hollywood não oferece roteiros originais, alimentando-se vorazmente da literatura, dos quadrinhos e das seqüências e remakes, o mínimo que se pode esperar é que eles façam a coisa bem direitinho.


Eu fico imaginando o que outras Stephenie Meyers devem estar escrevendo nos seus momentos livres...

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

UM NOVO DIA

Encontrei isso no fotolog Manufatura Nova.
Vamos recomeçando depois desse primeiro texto do Edivaldo cheio de referências e magia (assim como Alan Moore costuma escrever), que espero que seja o primeiro de muitos outros. E esperando que este dia que diz o cartaz aí em cima chegue logo. Eu e você, todo mundo junto em um mundo invisível ou não, mas sim, bem melhor. Por que como já diria Pollock: “Agooooooooora!”.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

"...novos uniformes..."









Olá, eu sou Edvaldo e este é meu primeiro texto no Mundos Invisíveis. Claro que é também meu último "texto público" do ano. Quem frequenta a paisagem mental do Carlos Alberto talvez já tenha esbarrado em coisas minhas. Espero ser constante (quem entender o título já sacou qual é a minha com essa frase). Primeiro porque o Carlos é um dos caras que mais admiro no mundo fanzinário (só pra começar com a rasgação de seda). Segundo por que eu sempre convidei o cara pra fazer coisas fanzinárias, inclusive em meu bizarro projeto terror-pulp-tosco-trash-sem-vergonha entitulado DELÍRIO PULPZINE e ele sempre me deu bolos e mais bolos envenenados. Ele deve estar se perguntando quantas vezes eu cheguei diretamente pra ele para fazer convites dessa natureza, contando poucas nos dedos neste momento, mas meu amigo, ao que percebo, tem certa dificuldade de enxergar as entrelinhas, semelhança que guarda comigo...
Espero contribuir para que o Mundo Invisível que compartilho com D. Carlos e seus outros colaboradores não permaneça tão invisível quanto possivelmente ele acha que é, sob pena de levar um pé na bunda histórico do dono da casa, depois de tanto esperar pra estar aqui.rsrsrs. Aqui eu vejo uma oportunidade de voltar a escrever o que quer que seja num blog e estar sempre em contato com ele que é um "herói infiltrado" como tantos outros que me fascinam na capital do Forte e compartilha conosco, seus colegas jumpers, dos gostos incomuns que tão estranhos são às pessoas comuns. É um nome muito apropriado para um blog que congrega pensamentos diversos e, por que não dizer, sentimentos que muitas pessoas com as quais convivemos não ousam admitir que têm a respeito dos mundos visíveis.

Para começar uma pesca rápida da minha parcela de almas, me apresento explicando as referências que escondi nas entrelinhas do meu primeiro post aqui, as próprias constituindo uma singela homenagem ao meu anfitrião:o título é retirado de uma das músicas da Mucous Membrane, a banda do mago mais famoso dos quadrinhos, Jonh Constantine, de quem eu sou fanzão e, até onde eu sei e informações "orkúticas" dizem, D. Carlos também é. Fui lá no fundo do baú empoeirado buscar o número um da revista Hellblazer lá pela página 46 onde há a letra de "Venus of Hardsell" da famigerada banda clone do Sex Pistols da qual o ocultista fazia parte num passado anterior às suas primeiras trambelhagens em Hellblazer. Um dos versos diz: "There´s new uniformes in the Church Bazaar/fanatics´ve got the rising stars". Usar referências malucas feito essas, sem a menor esperaça de que meus interlocutores as reconheçam é uma mania (recurso) que tenho absorvido do próprio criador de Constantine, o Mago de Northampton, Alan Moore. Claro que sou podre nessa arte, que o homem domina como ninguém e ainda afirma ser um artifícil linguístico inerente à qualquer manifestação da magia, mas eu não sou mago e...só estou começando. Inclusive em meus fanzines existem muitas dessas mensagens escondidas, inclusive relacionadas ao próprio Sir Moore e suas obras. Algumas bem claras, como o desenho promocional de Vde Vingança numa das páginas do Paranóia 10. Outras muito bem plantadas em textos diversos ao longo das outras nove edições do mesmo fanzine.

Escrever é incrível. Não importa o que seja ou como seja. Não me admira que Alan ache que seja uma das principais formas de magia existentes. Estar aqui, mesmo ainda sem saber por que motivo ( como afirmo no famigerado texto iconoclasta anti-sartreano citado abaixo por D. Carlos) ou se realmente vale a pena, me trás de volta do mundo sombrio das pessoas que não lêem, não ouvem A música e sequer desconfiam da existência de um cara chamado Alan Moore. Se você chegou até aqui, puxa, você me deu um grande presente. O único maior que a oportunidade real de me dirigir a você. Se puder experimentar o quanto é bom escrever pra alguém que você sabe que vai "te" ler e gostar do que está lendo , escreva pra mim. Pra nós.rsrsrsrs. Feliz Ano Novo, você.

domingo, 28 de dezembro de 2008

E POR ÚLTIMO...

Parece que eu até estava adivinhando como seria o final de 2008, parece que eu até estava adivinhando seu fim, que entrei o ano com os dois pés de com força e de voadora para não ter erro. Não que 2008 tenha sido um ano ruim, ele foi normal. Melhor pior que qualquer outro ano. Eu não acredito nesse negócio de ano novo, por isso não comemoro, passagem, essas coisas. Preferiria comemorar cada dia como um dia novo, mas se não faço isso, então não faço nada. 2008 foi um ano bom em metade. Ganhei, perdi como em todos os outros anos, como em todos os dias. Meu problema foi com os presentes que recebi com a chegada do final de ano, mas isso pode ter sido apenas coincidência ou algo do tipo. Verdade que algumas coisas poderiam não ter acontecido, ou melhor, se repetido, mas quanto tudo vêm, não se pode sair do caminho as vezes. De toda forma, sem me alongar muito, que este novo dia venha, e que traga luz, luz, cada vez mais luz nessa vida. Voltamos em 2009, com força total quem sabe. E com novidades.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

IT´S CHRISTMAS ?

Recebi este postal da Paula, que mesmo com a distância e minha sempre falha como amigo missivista acaba lembrando de mim. No postal Paula me mandou uns dizeres do velho Drummond;

Vamos não chores...
A infância está perdida.
A mocidade está perdida.
Mas a vida não se perdeu.”





A menina e, me enviou este vídeo mais que bonitinho da banda Sixpence None The Richer via Orkut, da música Silent Night. Que me fez ver melhor o que o André me disse deles serem uma banda cristã.



E por fim eu me lembrei dessa dos velhos e sempre bons Ramones.

Aproveite o Natal, caso você comemore natal.